Duas pessoas podem receber o mesmo diagnóstico e ainda assim precisar de abordagens muito diferentes.
A maneira como dormem é diferente.
A rotina é diferente.
A saúde física é diferente.
Os tratamentos anteriores são diferentes.
As relações, o trabalho, os hábitos e o momento de vida também são diferentes.
Por isso, olhar o paciente como um todo não é acrescentar uma lista de hábitos ao final da consulta.
É considerar essas informações na construção do próprio raciocínio clínico.




